All That She Wants To Do... is Music

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All I Wanna Do e If It Makes You Happy inscreveram Sheryl Crow na história da música pop/rock em meados dos anos 90, mas o seu caminho na música já vinha de há muito mais tempo. Nascida no Kennett, no Estado do Missouri dos EUA, desde cedo começou a aventura para procurar dar visibilidade ao seu trabalho.

Imaginam a Sheryl Crow a cantar com o Micheal Jackson? Pois, na verdade, ela fez parte dos coros para Micheal Jackson numa das suas digressões. A imprensa ainda teve a oportunidade de inventar um romance entre os dois. Até é verdade que a rapariga é muito namoradeira, mas, segundo ela, nunca sequer trocou mais que duas palavras com o autoaclamado Rei da Pop. Definiu-o como sendo uma pessoa fria e distante, pelo que ele jamais soube o nome dela ou de qualquer outros dos seus colegas que trabalharam na digressão.

Sheryl Crow teve no seu passado alguns romance com outros famosos, como foi o caso de Eric Clapton, mas também surgiram outros que não passaram de especulações que ela sempre desmentiu, como Kid Rock ou Lenny Kravitrz. Recentemente ela tinha voltado às páginas dos jornais por causa da sua ligação com Lance Armstrong, o ciclista americano famoso pelas suas vitórias no Tour de France. Mas após esperar-se muito por um casamento, os dois anunciaram num comunicado, já este ano, que se decidiram por uma separação.

Lance Armstrong, 10 anos mais novo, não conseguiu definitivamnete segurar a rebelde Sheryl. Com 44 anos, feitos no dia 11 de Fevereiro, no seu último albúm Sheryl Crow transmitiu através do som e das letras das suas canções a inspiração que recebia do relacionamento que vinha tendo com Lance.

No entanto, no álbum anterior investiu numa imagem mais arrojada e sexy, a competir com as teenagers da moda, como Britney Spears ou Christina Aguillera, expondo a sua excelente forma física nos vídeos de Soak Up The Sun e Steve McQueen. Em 2003 apresentou o primeiro Best Of... para, segundo as suas palavras, marcar o fecho de um capítulo da sua carreira artística.

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Neste Wildflower temos uma Sheryl Crow quis entrar na pele da mulher adulta e madura que é. No total já conta com cinco trabalhos originais: Tuesday Night Music Club (1994), de êxitos como All I Wanna Do e Run Baby Run; Sheryl Crow (1996), o de If It Makes You Happy e Every Day is a Winding Road; The Globe Sessions (1998) de onde se extrairam os singles My Favorite Mistake e There Goes the Neighborhood; e por último C'mon C'mon (2002).

Wildflower é uma mistura complexa de pop/rock/country, de certa forma um pouco homógena, e não defintivamente um álbum comercial. O single de apresentação foi Good Is Good, e tirando Live It Up, os retante temas primam por alguma simplicidade e melancolia, do qual se salienta Wildflower e Chances Are.

Este Wildflower mereceu a atenção da edição dos Grammys deste ano nas categorias de Best Female Pop Vocal Performance e Pop Vocal Album, mas ficou-se pelas nomeações. Neste trabalho Sheryl mostra que a sua carreira está consolidada e que a partir de agora se pode dar ao luxo de satisfazer as suas vontades. E por isso faz a música que gosta e apresenta-a este ano numa digressão que decorre nos EUA.

Sheryl Crow – Wildflower [2005]
(Nota: 7/10)


1. I Know Why (***)
2. Perfect Lie (***)
3. Good is Good (***)
4. Wildflower (***)
5. Chances Are (***)
6. Lifetimes (***)
7. Letter to God (****)
08. Live it Up (****)
9. I Don't Wanna Know (***)
10. Always On Your Side (***)
11. Where Has All the Love Gone (***)

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Publicada porLuy  

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